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Música Paraense

Quando você estiver passeando por Belém, garanto que vai ser inevitável ouvir technobrega. Sim, você leu certo, t-e-c-h-n-o-b-r-e-g-a. Regina Casé já veio aqui em Belém fazer um programa sobre isso. Mas se você perdeu esse momento épico da televisão brasileira, agora você irá conhecer o technobrega do Pará.

E se você pensou no brega rasgado de Reginaldo Rossi ou Amado Batista, não é nada disso. Muito ao contrário. O technobrega mistura ritmos locais, uma batida agitada com mixagens, efeitos, samplers, versões nacionais de sucessos internacionais e tudo o mais o que a imaginação permitir. E não vou nem estranhar se daqui a pouco surgir um technobrega de alguma música do Michael Jackson.

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Tem muita gente fã do ritmo por aqui, mas também tem quem não goste nem um pouco. Normal. Gosto não se discute.O technobrega começou como algo vindo da periferia – pra usar o mesmo termo que a Regina Casé usou – e teve seu ponto alto há uns 2 anos atrás: periferia ou elite, o technobrega se espalhou por toda as festas da cidade. Hoje ainda faz um grande sucesso por aqui, com mais calma, mas não param de surgir novas bandas e novas versões. Fora boate, não tem festa que não toque um technobrega que seja.
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Há diversos DJs de technobrega pelas bandas de cá e algumas muitas aparelhagens conhecidas. Aparelhagens é o nome dado aos DJs e suas picapes que varam a madrugada tocando technobrega e suas vertentes – inclua aí o technomelody, o bregapop e outros nomes criados para denominar algo muito difícil de explicar. Melhor que explicar é ouvir. Vai ser impossível você vir a Belém e não ouvir technobrega. Afinal, ele já faz parte da cidade.

E se algum(a) paraense tirar você pra dançar, não custa nada tentar, né? Quando em Roma, faça como os romanos.

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Dany Colares

Jornalista, produtora de vídeo e mestra em TV e Cinema pela Universidad San Pablo CEU, de Madri. Já morou em San Diego, Madri e agora vive em Londres, de onde escreve sobre lugares, pessoas, baladas e tudo mais que descobre em suas viagens pelo mundo.

COMENTÁRIOS

  1. Bom, realmente faz parte da cultura do paraense. Mas PRECIIIIISO ressaltar que a música paraense vai bem além do Techobreha… Tem o Bob Freitas, por exemplo… eheheh.
    Graças ao deus papaxibé, temos uma riqueza cultural imensurável. Vou esperar pra ver os novos estilos.

    Bisous

  2. Robson Luiz disse:

    A diversidade da Música Paraense atual é muito grande. Por que tecnobrega num post com o nome “Música Paraense”?

  3. beatriz disse:

    eu bia quero outas musicas paraeses por que so tecno brega em não e so iso as musicas do pará

  4. beatriz disse:

    que orooooooooooooooo e ese site

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